O Centro Ciência Viva dos Arcos - Oficinas de Criatividade Himalaya, inaugurado a 12 de maio de 2021, é um espaço dedicado à figura e legado de um dos maiores cientistas e visionários portugueses da viaragem do século XIX, o Padre Himalaya.
Resulta de um projeto de reabilitação da antiga escola secundária e integra a Rede de Centro Ciência Viva desde 2022.
Assume-se como uma plataforma de promoção e divulgação da ciência e das multiplas áreas do conhecimento abrangidas pelo investigador, como a Ecologia e a Sustentabilidade, encontrando nas famílias, nos jovens e na comunidade escolar o seu principal público-alvo.
O percurso excecional deste homem é a base de desenvolvimento do projeto, que incorpora o “Núcleo Interpretativo Himalaya”, um espaço documental e biográfico que recorre a discursos tecnológicos e informativos de última geração, e diversas salas e espaços dedicados à ciência e à pedagogia, como o “Centro da Ecocidadania” e o “Labirinto Himalaya”, dedicados igualmente à figura universal do cientista.
Em linha com a evolução tecnológica e com o objetivo de aumentar as ferramentas educacionais, integra, ainda, o “Hemisfério/Fulldome”, uma cúpula hemisférica de projeção de alta definição em 360º que transporta os espetadores para autênticas "viagens" em tempo real, traduzindo-se numa experiência inesquecível de imagem e som.
Este espaço também tem disponível a exposição "Minerais e Rochas - Colecção Silva Ferreira", composta por exemplares de minerais e rochas, fósseis e meteoritos, que refletem a geodiversidade do nosso Planeta. São centenas de amostras provenientes de países tão distantes como Chile, Islândia, Noruega, Brasil e muitos outros países, para além do rico e significativo contributo de diversas regiões do território de Portugal Continental e insular.
A exposição é acompanhada de informação científica que nos enquadra nas ciências da terra, desde da geologia de Portugal, a formação das rochas e dos minerais e a evolução da vida na Terra.
O espaço exterior incorpora alguns equipamentos de uso livre e também ligados à ciência, bem como uma réplica do Pirelióforo, a máquina solar apresentada por Himalaya na Exposição Universal de St. Louis de 1904.